O flamenco toma conta da cidade com uma programação que inclui estreias, espetáculos de grande formato, recitais em bairros e o inovador 'Olematón' para recolher os "jaleos" (vivas) dos sevilhanos. Sara Baras será a oradora principal e Miquel Barceló assina o cartaz desta edição.
Sevilha prepara-se para viver o seu evento mais importante com a arte jonda. A XXIII Bienal de Flamenco de Sevilha 2024 começa no dia 11 de setembro e prolonga-se até 5 de outubro, tornando a cidade no epicentro mundial do flamenco por quase um mês.
Com mais de 40 anos de história, a Bienal de Flamenco consolidou-se como o mais importante festival de flamenco do mundo, um evento imperdível para fãs, profissionais e curiosos que querem mergulhar na expressão mais genuína da cultura andaluza.
O que é a Bienal de Flamenco?
A XXIII Bienal de Flamenco de Sevilha 2024 é um festival internacional que se realiza de dois em dois anos na capital andaluza. Nasceu em 1980 com o objetivo de dar a conhecer e difundir o flamenco em todas as suas facetas: cante, baile, toque e expressão artística em geral.
Quatro décadas depois, tornou-se uma referência mundial que atrai os melhores artistas do momento, estreia espetáculos inéditos e programa atividades para todos os públicos nos locais mais emblemáticos da cidade.
Porque se celebra a XXIII Bienal de Flamenco de Sevilha 2024?
A Bienal de Flamenco nasceu com a vocação de:
- Preservar e difundir o património flamenco
- Dar visibilidade aos artistas consagrados e emergentes
- Fomentar a criação de novos espetáculos
- Aproximar o flamenco de todos os públicos
- Projetar Sevilha como capital mundial do flamenco
Quarenta anos depois, estes objetivos continuam mais atuais do que nunca. A XXIII Bienal de Flamenco de Sevilha 2024 é a melhor prova da vitalidade de uma arte que não para de se renovar sem perder a sua essência.
Quem organiza a XXIII Bienal de Flamenco de Sevilha 2024?
A XXIII Bienal de Flamenco de Sevilha 2024 é um projeto do Instituto da Cultura e das Artes (ICAS) da Câmara Municipal de Sevilha.
Conta com a colaboração institucional de:
- Ministério da Cultura (através do INAEM)
- Conselho de Cultura da Junta da Andaluzia
- Deputação Provincial de Sevilha
Esta ampla colaboração institucional demonstra a importância da Bienal de Flamenco como evento cultural de primeira grandeza, não só para Sevilha, mas para toda a Andaluzia e Espanha.
Quem fez o cartaz da XXIII Bienal de Flamenco de Sevilha 2024?
O renomado artista maiorquino Miquel Barceló foi o responsável por criar o cartaz de a XXIII Bienal de Flamenco de Sevilha 2024.
A sua obra ilustra a ligação entre o flamenco e a história, apresentando "plantas pré-históricas em flores futuristas" e prestando homenagem a ícones do flamenco como:
- Fernanda e Bernarda de Utrera
O cartaz de Barceló para A XXIII Bienal de Flamenco de Sevilha 2024 é já uma peça de colecionador que reflete a fusão entre tradição e vanguarda que caracteriza a Bienal.
O Olematón: uma iniciativa inovadora
Antes da inauguração oficial de a XXIII Bienal de Flamenco de Sevilha 2024, a organização lançou o Olematón, uma iniciativa que percorre diferentes pontos da cidade recolhendo os "jaleos" (vivas) de todos os que se animarem até ao próximo dia 11 de setembro.
Nas palavras do diretor da Bienal, Luis Ibarra: "É como uma cabina fotográfica onde vamos recolher todos os 'olés' da cidade para posteriormente fazer uma mistura com todos eles; um trabalho que será realizado por Raúl Cantizano".
A ideia é criar um "olé coletivo" e que esse olé coletivo soe através de sensores durante a Bienal: "para que alguém que esteja a passar na rua, perto do Teatro de la Maestranza, por exemplo, ao tocar no sensor diga 'olé' a todos os que estiverem por perto".
No Olematón participam artistas de prestígio como:
- Bailaores (bailarinos): Ana Morales, Manuel Liñán, Juan de Juan, Mercedes de Córdoba, María Moreno, Paula Comitre
- Cantaores (cantores): La Tremendita, Argentina, Rafael de Utrera, Pedro El Granaíno
- Datas chave: de 11 de setembro a 5 de outubro
- A XXIII Bienal de Flamenco de Sevilha 2024 realizar-se-á de 11 de setembro a 5 de outubro de 2024.
O itinerário de a XXIII Bienal de Flamenco de Sevilha 2024 começa a 11 de setembro:
- De manhã: flashmob tradicional na Ponte de Triana
- À tarde: discurso de abertura de Sara Baras na Praça de América
A partir daí, a Bienal de Flamenco espalhar-se-á por toda a cidade, da Cartuja ao Alcázar, do Arenal à Alameda, levando o Flamenco a cada recanto de Sevilha.
Locais principais:
Teatro de la Maestranza
- Irá acolher dois espetáculos de grande formato:
- 'Muerta de Amor' de Manuel Liñán, um canto à sensualidade
- 'Pineda', a última produção do Balé Flamenco da Andaluzia, com a qual Patricia Guerrero estreia como diretora
Espaço Turina
No dia 19 de setembro às 19:00, desfrutaremos de um ciclo de guitarra com destaque para:
- A estreia do disco do mestre Manolo Franco
- A união de Rycardo Moreno e Niño Josele
- O talento de Manuel Valencia
Teatro Central
Será o epicentro da dança de vanguarda com a colaboração especial de dois vencedores do Prémio Nacional de Dança:
- Andrés Marín e Ana Morales apresentarão a estreia de 'Matarife / Paraíso', uma releitura da Divina Comédia a partir do imaginário andaluz
- 'Après vous, madame' de Paula Comitre, um dos pontos altos do festival
- 'El Cucharón y paso atrás' do bailaor de Jerez Joaquín Grilo, um espetáculo sobre os "cantes de faena" (cantos de trabalho)
Auditório Cartuja
Este espaço foi incorporado nesta edição e tentará tornar-se a "Bombonera del cante" (caixinha do canto) com recitais de:
- Vem colmatar a ausência do Teatro Lope de Vega, em obras.
Mosteiro da Cartuja
Terá lugar a fusão entre:
- 'Verso Libre' da bailaora María Moreno
- A eclética união cantora de La Tremendita e La Kaíta
Real Alcázar
O Pátio da Monteria será o palácio dos mestres do canto:
- Aurora Vargas, sultana da essência cigana
- 'Por los siglos del cante', que reúne uma plêiade de cantores dos anos 70, a época dourada dos festivais de cante jondo, capitaneados por Juan Villar, Calixto Sánchez e Marcelo Sousa
Além disso, como novidade, a bailaora Leonor Leal concebeu um espetáculo infantil gratuito em duas sessões no CaixaFòrum, aproximando o flamenco dos mais pequenos.
O que representa para Sevilha a XXIII Bienal de Flamenco de Sevilha 2024
A XXIII Bienal de Flamenco de Sevilha 2024 é muito mais que um festival. Representa:
- A identidade cultural de uma cidade que deu ao flamenco alguns dos seus artistas mais universais
- Uma montra internacional que atrai jornalistas, programadores e fãs de todo o mundo
- Um motor económico que enche hotéis, restaurantes e comércios durante quase um mês
- Um viveiro de talentos que dá visibilidade aos artistas emergentes
- A memória viva de uma arte que se reinventa sem perder as suas raízes
- Sevilha torna-se durante estas semanas a capital mundial do flamenco, um título que ninguém lhe discute.
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